O Caminho que o Mundo Escolheu - Romanos 1

20:15



Considerações iniciais:
Carta escrita pelo apóstolo Paulo à igreja situada em Roma. Estima-se que tenha sido escrita no inverno de 57-58 d.C, estando Paulo em Corinto, na casa do seu amigo Gaio, ao final de sua terceira viagem missionária aos territórios que margeiam o Mar Egeo e às vésperas de partir para Jerusalém levando a oferta para os crentes pobres (15.22-27). O portador é uma senhora chamada Febe, de Cencréia, subúrbio de Corinto, que estava de saída para Roma (16.1-2).

CAPÍTULO 1 – A CONDENAÇÃO DOS GENTIOS

         Já partindo do versículo 16, eu aprendo com Paulo que o evangelho não é algo que eu deva me envergonhar. Neste caso, eu devo assumi-lo tanto em público quanto no anonimato. O mundo prega a ideia do “faça o que queres e seja feliz”, e por sua vez segue conceitos tortuosos como ideologia de gênero, casamento entre pessoas do mesmo sexo sendo aceito dentro de uma igreja, aborto, material escolar sobre sexualidade gay para crianças de 6 anos de idade (kit gay), carnavais, bebedices, orgias e mais uma gama de conceitos e práticas torpes que são contrárias ao evangelho. O caráter e a justiça de Deus repudiam toda sorte de iniquidade e, ao contrário do sistema filosófico do mundo, o evangelho não é um texto ou conceito meramente intelectual. O evangelho é o poder de Deus para a salvação.
O capítulo 1 da epístola de Romanos é uma revelação do que aconteceu com a humanidade desde o início do seu declínio.
Tribos e sociedades que moram em lugares longínquos onde o evangelho ainda não chegou, como por exemplo os índios antes do descobrimento do Brasil, não são desculpáveis perante Deus por este motivo. 19 Pois o que se pode conhecer sobre Deus é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou. Os atributos invisíveis de Deus podem ser vistos claramente desde a fundação do mundo; por isto estes homens e mulheres, injustos e impiedosos são indesculpáveis perante Deus (20).

A humanidade cometeu pelo menos 4 erros que foram a causa de sua decadência:

  • 1 – Conheceram a Deus, mas não o glorificaram como tal em suas vidas, antes, seguiram sua própria justiça. (21)
  • 2 – Se encheram de orgulho de suas especulações e filosofia de vida tornando-se loucos. (22)
  • 3 – Substituíram a glória do Deus eterno por imagens de homens e animais. (23)
  •  4 – Trocaram a verdade pela mentira. Adoraram e serviram mais ao homem do que a Deus. (25)



Após a queda de Adão e Eva, o homem não tem livre-arbítrio para escolher ser bom ou mal, como está escrito: não há justo, nem um sequer (3.10). O que nos faz andar na justiça de Deus é o próprio Espírito Santo de Deus (Fl 2.13), sendo assim, Ele mesmo entregou a humanidade aos desejos de seus próprios corações. (24)
O ato de Deus “tirar o pé do freio” e deixar que os gentios fossem guiados pelas concupiscências de seus próprios corações foi um terrível castigo, pois o coração do homem é mal desde sua meninice (Gn 8.21).  Sem freios, homens e mulheres começaram a ter relações sexuais com pessoas do mesmo sexo, construindo assim uma mentalidade condenável (26-28).

O resultado do homem sem Deus desde os tempos de Adão até o século 21 aponta vinte e uma características reprováveis do ser humano pós-queda (29-31):

1.      Injustiça
2.      Malícia
3.      Cobiça
4.      Maldade
5.      Inveja
6.      Homicídio
7.      Discórdia
8.      Engano
9.      Depravação
10. Intromissão
11. Calúnia
12. Inimigos de Deus
13. Insolência
14. Orgulho
15. Arrogância
16. Inventor de males
17. Desobediência aos pais
18. Insensatos
19. Indignos de confiança
20. Sem afeto natural
21. Sem misericórdia



No fim das contas, todos sabem direta ou indiretamente que Deus reprova e condena tais coisas e, mesmo assim, os homens não somente as praticam, mas aprovam os que as fazem (31).

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