AS PRINCIPAIS DIFERENÇAS ENTRE A TEOLOGIA DO PACTO E O DISPENSACIONALISMO

A Teologia do Pacto é baseada na teoria de que Deus tem apenas um pacto com os homens, conhecido como o pacto da graça. Nessa perspectiva, há apenas um povo de Deus, representado pelos santos do Velho e do Novo Testamento. Essa visão enfatiza a unidade da igreja e um plano divino para todos os crentes.

Essas crenças exigem que os defensores da Teologia do Pacto interpretem profecias de uma forma não literal. Além disso, a Teologia do Pacto explica o significado da morte de Deus à luz da plenitude do ensino bíblico sobre os pactos divinos. Ela respalda fundamentalmente nosso entendimento da natureza e uso dos sacramentos e fornece a explicação mais completa possível dos fundamentos da nossa segurança.

A teologia pactual também estrutura todo o ensino reformado em várias áreas da vida cristã. Ela está intimamente ligada à cristologia, eclesiologia e à vida cristã prática, integrando todo o ensinamento bíblico.


O Dispensacionalismo é um sistema teológico que interpreta a Bíblia dividindo a história em múltiplas eras ou "dispensações", nas quais Deus age de maneiras diferentes com Seu povo escolhido. Essa abordagem é frequentemente distinguida da teologia da aliança. O termo "dispensacionalismo" foi atribuído a Philip Mauro, um crítico das doutrinas do sistema, em seu livro de 1928, The Gospel of the Kingdom.

Aqui estão alguns pontos-chave sobre o Dispensacionalismo:

1. Interpretação Literal: Os dispensacionalistas usam uma interpretação literal da Bíblia e acreditam que a revelação divina se desdobra ao longo de toda a Escritura.

2. Distinção entre Israel e a Igreja: Eles veem uma distinção clara entre Israel e a Igreja. Os cristãos não estão vinculados à lei mosaica.

3. Premilenismo: O Dispensacionalismo mantém a crença no premilenismo, que afirma que Jesus Cristo voltará antes de um período de tribulação.

4. Ressurreição Antes da Segunda Vinda: Os dispensacionalistas também creem em um arrebatamento da Igreja que ocorrerá antes da Segunda Vinda de Cristo.

5. História e Propagação: O Dispensacionalismo foi sistematizado e promovido por John Nelson Darby e os Plymouth Brethren no século XIX. Nos Estados Unidos, ele se espalhou no final do século XIX por meio dos esforços de evangelistas como Dwight L. Moody e pela criação de institutos bíblicos. A Scofield Reference Bible, introduzida por C. I. Scofield no início do século XX, solidificou o Dispensacionalismo nos EUA.

6. Popularidade nos EUA: O Dispensacionalismo é popular dentro do evangelicalismo americano, especialmente em igrejas bíblicas não denominacionais, batistas, pentecostais e carismáticas.

Em resumo, o Dispensacionalismo vê a história como uma série de dispensações divinamente ordenadas, cada uma com sua própria relação governante entre Deus e a humanidade. Essa abordagem tem sido influente na teologia cristã contemporânea e continua sendo debatida por estudiosos e líderes religiosos.

A Igreja Evangélica Assembleia de Deus é adepta ao método de interpretação Dispensacionalista:

confira a tabela com as principais diferenças entre a Teologia do Pacto e o Dispensacionalismo:

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Fontes:


Culto sem hora para acabar?

 



          Pela graça e misericórdia do Senhor Jesus Cristo, tive a chance de pregar a sua palavra por diversas e diversas vezes. Alguns irmãos brincavam comigo dizendo que eu demoro demais para terminar a oração, logo, eu nunca era solicitado para orar antes de uma refeição.

 

Brincadeiras à parte, sempre tive a preocupação de cumprir o horário das reuniões eclesiásticas, pois a igreja agrega pessoas de diferentes profissões e afazeres pessoais, por exemplo: um casal de feirantes que acordou às três horas da madrugada de domingo para preparar sua barraca de legumes na avenida central. Com muito zelo, passaram o dia trabalhando num calor e correram para a igreja com seus filhos ao anoitecer.

 

Ao lado do casal de feirantes, há um jovem solteiro que mora sozinho e trabalha em escala 12x36, ele é o pregador escalado da noite.

 

Ao lado do jovem pregador, há uma mãe solteira que, após um dia de trabalho, deixou seu casal de filhos com um parente, prometendo voltar para buscá-los em duas horas porque precisava buscar uma bênção na casa do Pai.

 

Para a surpresa de todos, na hora da Palavra, o jovem e descansado pregador resolveu seguir o exemplo de Esdras e Paulo naquela noite. Eu explico:

 

Um dia, um escriba chamado Esdras leu os cinco primeiros livros da Bíblia em praça pública desde o amanhecer até meio-dia (Ne 8.3). Dias depois, ele participou de um culto que teve seis horas de leitura da Palavra seguidas de seis horas de adoração, ou seja, doze horas de culto (Ne 9.3)!

 

Outro dia, o apóstolo Paulo pregou tanto que um jovem sentado na janela cochilou, caiu e morreu (já era meia-noite). Graças a Deus, a história não teve um final triste, pois o Espírito Santo ressuscitou o jovem através da fé de Paulo. Após o ocorrido, Paulo continuou pregando até amanhecer (At 20.7-11).

 

Diante dos exemplos de Esdras e Paulo, posso dizer que é válido estender um culto por tempo indeterminado? Creio que este comportamento não deve virar um costume por quatro motivos: 1) No tempo de Esdras e de Paulo, das duas uma: ou eles iniciaram o culto com hora de término determinada, ou não prometeram horário nenhum. Certamente, os irmãos presentes sabiam de antemão se o culto tinha horário para acabar ou não. 2) Quando falamos de Esdras (458 a.C.) e Paulo (10 d.C.), estamos remontando cenários com mais de dois mil anos. A organização das reuniões e a profissão/afazeres das pessoas eram completamente diferentes das de hoje. Um trabalhador assalariado com pais doentes em casa e filhos pequenos não conseguiria por muitas vezes participar de cultos de doze horas como o de Esdras ou ouvir uma pregação que começou num dia e terminou em outro, como a de Paulo.  3) Quando estabelecemos um horário de duração para o culto, isto se torna um compromisso com os membros e visitantes. Se convidarmos parentes e amigos para participar de cultos que deveriam acabar às 21:30, mas se estendem até meia-noite, não cumprimos com nossa palavra e quebramos o princípio da ordem (1Co 14.40). 4) Por uma questão de empatia com o próximo. Às vezes, eu sou um jovem solteiro que acordou meio-dia no domingo, mas meu irmão é o feirante que acordou de madrugada e foi trabalhar. Ninguém tem a vida igual a minha, eu não sei quais são as tarefas e dificuldades dos meus ouvintes num culto. Praticar a empatia pode ser uma forma de amor ao próximo (Mt 22.39).

 

Resumindo, há algum problema em cultos sem hora para acabar? Nenhum! Desde que os convidados saibam que naquela igreja é assim que se sucede. Caso contrário, creio que deva se cumprir o princípio da ordem (1Co 14.40). 

Livro: Eu, A Raiz Exposta do Pecado - Steve Gallagher

 


    No livro A Raiz Exposta do Pecado, Steve Gallagher se aprofunda no tema intrínseco do ser humano, e talvez, o principal dos pecados: o ego. No livro Amantes de si mesmos, Dave Hunt declara acertadamente que a ideia moderna de que devemos “nos amar mais” não é amparada pela bíblia. Na verdade, não há nenhum mandamento bíblico dizendo que devemos nos amar. O mandamento bíblico basilar sobre o amor está situado no evangelho segundo Mateus 22.37-39 que diz: “(...) Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento. Este é o primeiro e grande mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: amarás o teu próximo como a ti mesmo”. Após uma atenciosa leitura da palavra de Deus, constatamos que não há mandamento para se amar, isso se dá pelo fato de que o ser humano naturalmente se ama. Até mesmo aqueles que intentaram contra a própria vida se amam, pois, a frustração de não ter a vida que gostariam os fazem desistir de viver.

 
Partindo deste pressuposto, o livro de Gallagher é dividido em três sessões: 1) O grande reino do Eu; 2) Os tipos de orgulho e 3) O reino da humildade. O objetivo da obra é expor o pecado que está enraizado na natureza de todo filho de Adão; pecado este que começou no céu com o querubim ungido e se propaga na terra como uma pandemia destruidora: o orgulho. De acordo com Steve Gallagher quase tudo em nossa cultura agrada ao ego ou o incita: entretenimento, propaganda, mídia, meio acadêmico, negócios e a vida em casa. Nestes tempos, tudo tem como foco a imagem e as realizações pessoais. Isso, por sua vez, gera uma pressão esmagadora para superarmos o nosso próximo - sendo mais inteligente, mais forte, mais capaz, mais atraente e mais rico. Em um ambiente que exalta e glorifica os feitos, a força e a beleza, as crianças aprendem rapidamente o quanto é bom ser enaltecido, assim como machuca ser criticado ou não notado. Elas são ensinadas a serem orgulhosas de si mesmas e de suas habilidades. Essa mentalidade é reforçada a cada estágio do desenvolvimento até a vida adulta.
 
“Quando uma pessoa se rende a determinado hábito pecaminoso, uma contaminação espiritual trabalha em sua constituição” - Gallagher
 
    Portanto, na sessão do grande reino do Eu, Gallagher expõe biblicamente como o mundo é dominado pelo orgulho excessivo e como isso tem destruído anjos, pessoas, ministérios e famílias inteiras. Na segunda sessão é mostrado vários tipos de orgulho que provavelmente, durante a leitura, nos identificamos com alguns deles. Eu, por exemplo, me identifiquei numa área defeituosa que nunca havia percebido antes, no momento que Gallagher fala sobre o orgulho inacessível, ou seja, pessoas que tem o coração inacessível: “não se trata de temperamento, mas, sim, do estado do coração. Em suma, esse indivíduo odeia ser corrigido de qualquer modo. Ele fica notavelmente tenso quando é alertado sobre áreas de sua vida que precisam de mudança. Esse indivíduo se isola tanto de relacionamentos quanto de situações em que possa receber críticas ou aconselhamentos. Ele geralmente o faz com sutileza, muitas vezes por meio de atitudes desagradáveis, voltadas para afastar os outros em primeiro lugar. Ele controla rigidamente o quanto outros podem se aproximar dele, bem como os assuntos da conversa”. Já na terceira sessão, Gallagher nos apresenta o reino da humildade, atributo gracioso que agrada a Deus. Com conselhos e dicas práticas, o livro nos ensina como vencer o pecado do orgulho que existe em nosso coração e buscar a excelência através da humildade de espírito e dependência total de Deus. Algo que muito tocou meu coração foi no tópico “servindo a si” quando ele conta a história de um homem que entrou no Pure Life Ministries (Ministérios Vida Pura) para o tratamento de seu pecado sexual, porém, mesmo depois de algum tempo e já ministrando a palavra de Deus, ele não conseguia abandonar o pecado sexual. Após uma conversa pessoal com Gallagher, o rapaz decidiu sair do Ministérios Vida Pura para “crescer sozinho” e alimentar seu ego; sem sucesso, infelizmente (ou felizmente). Então, citando Whatman Nee, Gallagher tocou meu coração ao reproduzir que ninguém está apto para trabalhar apenas porque aprendeu alguns ensinamentos. A questão básica permanece: que tipo de pessoa é esse homem? Pode aquele cujos mecanismos internos são errados, mas cujo ensinamento é correto, atender à demanda da igreja? A lição básica que devemos aprender é ser transformado em um vaso perfeito para o uso do Mestre. Isso só pode ser feito por meio do quebrantamento. Ler esse trecho do livro, além de me advertir profundamente, lembrei-me do que escreveu A. -D. Sertillanges em seu livro “A Vida Intelectual”, ao advertir o leitor sobre a necessidade de ser uma pessoa com moral trabalhada em virtudes, ou, no popular: viver o que se prega. De acordo com ele, não haveria coisa mais chocante em ver uma descoberta feita por um canalha? A candura de um homem simples ficaria ofendida com isso. Escandalizamo-nos com uma dissociação que ofende a harmonia humana. Não acreditamos nesses joalheiros que vendem pérolas e não as usam. Viver junto da fonte sublime sem participar de sua natureza moral soa como um paradoxo. Isso é uma clara demonstração de ortodoxia e ortopraxia, ou seja, doutrina e prática devem andar juntas.
 
    Eu, como consumidor dos livros do pastor Steve, posso afirmar que o livro é uma ótima ferramenta auxiliar na luta contra o pecado do orgulho e do egoísmo. Em alguns momentos pode ser cansativo ler quase trezentas páginas tratando do mesmo assunto, porém, creio ser necessário conhecer aquilo que combatemos. Eu recomendo com entusiasmo o livro: Eu; A Raiz Exposta do Pecado de Steve Gallagher.

 

Tudo sobre a série: Deixados para Trás - Uma ficção dos últimos dias



Postado por Julio Celestino

 

    A série de livros "Deixados para trás" de Tim Lahaye é uma ficção cristã que narra os eventos do fim dos tempos, baseada em uma interpretação literal do Apocalipse bíblico. Os livros acompanham a trajetória de um grupo de pessoas que não foram arrebatadas por Jesus Cristo e que precisam enfrentar as tribulações do Anticristo, que governa o mundo com uma falsa paz. A série é composta por 16 volumes, sendo o primeiro publicado em 1995 e o último em 2007. A série foi um sucesso de vendas, tendo vendido mais de 80 milhões de cópias em todo o mundo, e gerou adaptações para o cinema, a televisão e os quadrinhos.

 

SOBRE OS AUTORES


    Tim LaHaye foi um pastor, escritor e palestrante cristão norte-americano, que nasceu em Detroit, Michigan, em 27 de abril de 1926 e morreu em San Diego, Califórnia, em 25 de julho de 2016, aos 90 anos, após sofrer um AVC. Ele ficou famoso por co-escrever com Jerry B. Jenkins a série de ficção "Deixados para Trás", que vendeu mais de 70 milhões de exemplares no mundo e foi adaptada para o cinema. Ele também escreveu mais de 60 livros sobre diversos temas, como vida familiar, temperamentos, profecia bíblica e vida cristã. Ele fundou o Christian Heritage College e o Institute for Creation Research, e foi considerado um dos 25 evangélicos mais influentes dos Estados Unidos pela revista Time. Ele era casado com Beverly LaHaye, com quem teve quatro filhos, nove netos e dezesseis bisnetos.

Jerry B. Jenkins é um escritor e biógrafo americano, nascido em 23 de setembro de 1949 em Kalamazoo, Michigan. Ele ficou famoso por ser o co-autor, junto com Tim LaHaye, da série de livros Left Behind, que trata do fim dos tempos segundo uma visão cristã dispensacionalista. Além dessa série, Jenkins escreveu mais de 150 livros de diversos gêneros, como biografia, autoajuda, romance, mistério e ficção juvenil. Muitos dos seus livros têm personagens cristãos evangélicos e temas escatológicos. Ele também foi o pai do cineasta Dallas Jenkins, criador da série The Chosen, sobre a vida de Jesus Cristo.

 

A CRENÇA DOS AUTORES

 

    Eles são dispensacionalistas - o método de interpretação dispensacionalista é uma forma de interpretar a Bíblia que divide a história em diferentes períodos ou dispensações, nos quais Deus se relaciona com a humanidade de maneiras distintas. Essa crença tem implicações para a escatologia cristã, pois defende que Jesus Cristo voltará fisicamente à Terra, após um período de tribulação e uma batalha final, para estabelecer seu reino milenar. O dispensacionalismo se baseia em uma leitura literal das Escrituras, especialmente das profecias bíblicas, e faz uma distinção entre Israel e a Igreja no plano de Deus. Essa crença também é alvo de críticas e mitos, que nem sempre refletem o que os dispensacionalistas realmente afirmam.

 

Consequentemente são pré-tribulacionistas - a crença pré-tribulacionista é a ideia de que os cristãos serão arrebatados antes da grande tribulação, um período de sete anos de sofrimento e julgamento que antecede a segunda vinda de Cristo. Essa crença se baseia em uma interpretação literal e futurista do livro de Apocalipse, que descreve as pragas, as guerras e as catástrofes que ocorrerão na terra antes do retorno do Senhor. Os pré-tribulacionistas acreditam que os cristãos serão poupados desses eventos e levados ao céu para se encontrar com Cristo nos ares. Eles defendem que essa é a esperança bem-aventurada dos fiéis, que devem estar sempre vigilantes e preparados para o iminente arrebatamento.

 

E por fim, milenaristas - é a crença de que haverá uma transformação radical da sociedade, após a qual todas as coisas serão mudadas. Essa crença tem origem em algumas tradições religiosas, especialmente no judaísmo e no cristianismo, que esperam um reino de paz e justiça na terra, antes ou depois do juízo final. O termo milenarista vem do latim millenarius, que significa "contendo mil", e se refere à duração desse reino, que seria de mil anos, segundo o livro do Apocalipse. Há diferentes interpretações sobre o significado e o tempo desse reino, que podem ser seculares ou religiosas. A crença milenarista pode ser vista como uma expressão de esperança dos pobres e oprimidos, que anseiam por um mundo melhor e mais justo.   


(Observação: para aprender mais sobre a verdadeira doutrina citada acima, aconselho ler os livros publicados pelos autores do Dallas Teological  Seminary, artigos do Pre-Trib Reaseach Center e em português, as obras da editora Chamada da Meia-Noite e editora Carisma.)



PERSONAGENS PRINCIPAIS


Rayford Steele - é o protagonista da série de livros Deixados para Trás, escrita por Tim LaHaye e Jerry B. Jenkins. Ele é um piloto de avião que se converte ao cristianismo após o arrebatamento, quando milhões de pessoas desaparecem da Terra. Ele se torna o líder da Força Aérea Tribulação, um grupo de resistência contra o Anticristo Nicolae Carpathia. Rayford enfrenta muitos perigos e desafios ao longo da série, como a perda de sua esposa e filho, a união de sua amante com o Anticristo, a perseguição do regime global e as pragas do Apocalipse. Rayford é um personagem corajoso, fiel e determinado, que luta pela causa de Deus até o fim.

Chloe Steele - é uma das personagens principais da série de livros. Ela é a filha do piloto Rayford Steele e da cristã Irene Steele, que desaparece no arrebatamento. Chloe inicialmente não acredita na explicação bíblica para o sumiço de milhões de pessoas, mas depois se converte e se junta à Força Voluntária Global, um grupo de resistência contra o Anticristo. 

Irene Steele - é a esposa de Rayford Steele, um piloto de avião, e a mãe de Chloe e Raymie Steele. Irene é uma cristã devota que tenta convencer sua família a aceitar Jesus Cristo como seu salvador, mas eles se recusam a ouvi-la. Quando ocorre o arrebatamento, Irene e Raymie são levados para o céu, enquanto Rayford e Chloe ficam na Terra, enfrentando os horrores do Anticristo e da Tribulação

Raymie Steele - é o filho de Rayford e Irene Steele. Um adolescente que seguiu os passos da mãe na fé em Jesus Cristo e foi levado no arrebatamento, deixando seu pai e sua irmã para trás.

Hattie Durham - é uma aeromoça que se envolve com o piloto Rayford Steele, que é casado. Depois do arrebatamento, ela se torna a amante do Anticristo, Nicolae Carpathia, e acaba sendo usada e humilhada por ele. Ela se converte ao cristianismo no final da série e se junta aos Tribulados.

Buck Williams - é um jornalista renomado que trabalha para a revista Semanário Global e testemunha os eventos do arrebatamento, da tribulação e do anticristo. Ele se converte ao cristianismo e se junta ao Comando Tribulação, um grupo de resistência que luta contra o regime opressor do anticristo.

Nicolae Carpatia - líder da Comunidade Global, uma organização que pretende unificar o mundo sob o seu domínio. Ele é também o Anticristo, o inimigo de Deus e dos cristãos que foram deixados na Terra após o arrebatamento. Ele é descrito como um homem carismático, inteligente e manipulador, capaz de enganar as massas com seus discursos e milagres falsos. Ele tem um plano maligno para destruir Israel e instaurar uma nova religião mundial baseada na adoração a ele mesmo.

Chaim Rosenzweig - é um cientista israelense que descobre uma fórmula para tornar a terra árida fértil, o que lhe rende o Prêmio Nobel da Paz. Ele também é um dos principais alvos do Anticristo, que tenta convencê-lo a se aliar a ele.

Bruce Barnes - é pastor da Igreja da Nova Esperança em Mount Prospect, Illinois, e um dos sobreviventes do arrebatamento, o evento que leva milhões de cristãos ao céu. Bruce se torna o líder espiritual dos membros remanescentes da igreja, que formam o núcleo do grupo conhecido como Comando Tribulação, que luta contra o Anticristo e sua Nova Ordem Mundial. Bruce é um homem de fé, coragem e sabedoria, que ajuda os outros a entender as profecias bíblicas e a se preparar para os tempos difíceis que virão.

Verna Zee - foi a editora sênior substituta do escritório de Chicago do Semanário Global após o desaparecimento de Lucinda Washington no arrebatamento em Comando Tribulação. Sua relação com Buck Williams foi bastante conflituosa devido ao seu comportamento recente em relação ao seu paradeiro na reunião das Nações Unidas que Nicolae Carpathia realizou em Deixados para Trás.

Amanda White - é uma personagem secundária da série. Ela era amiga da primeira esposa de Rayford Steele, Irene, que foi arrebatada junto com a maioria da família de Amanda. Amanda e Irene se conheceram na Igreja da Vila Nova Esperança e rapidamente se tornaram amigas. Após o Arrebatamento, Bruce Barnes apresentou Rayford a Amanda. Logo, eles ficaram noivos (no mesmo dia em que Buck Williams e Chloe Steele ficaram noivos) e se casaram (também no mesmo dia que Buck e Chloe).


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A caminho de um governo Global

 

Luiz Philippe de Orleans e Bragança na Câmara dos Deputados em 2019

             Na introdução de seu livro “#antes que apaguem” o político e ativista Luiz Philippe de Orleans e Bragança escreve sobre o atual movimento em prol da censura no mundo pós guerra fria. Interessantíssimo foi ler acerca de sua cosmovisão, especificamente com relação a um movimento (ou vários) que tem por objetivo a criação de um governo global:

 

O quarto fator é a expansão das pautas de política de identidade e do globalismo. Ambas de origem em pensadores marxistas. Alguns exemplos? Os temas de política de identidade envolvem assuntos como gênero, status, origem, raça e as pautas globalistas tratam de tópicos como clima, imigração, saúde, uso de recursos naturais, emprego, industrialização, urbanismo e controle populacional”.

 

E conclui: “Na minha análise, o objetivo final das políticas de identidade, assim como o globalismo, é a criação de um governo global no controle dos meios de produção e de comportamento. No momento em que esta obra está sendo escrita, tanto a política de identidade quanto o globalismo seguem crescendo sem oposição estrutural, senão a de alguns movimentos e líderes nacionais”.

 

Quero compartilhar o que me fez achar esse trecho de seu livro deveras interessante. Bragança não é um cristão protestante e nem um estudioso das profecias bíblicas, é um autêntico católico, mas o que ele está vendo no Brasil e no mundo corrobora em número, gênero e grau com o que diz a profecia bíblica sobre o governo global que se levantará na terra através de Satanás e dois homens misteriosos, a saber, o falso profeta e o anticristo.

 

Diz a profecia que durante este período o anticristo e o falso profeta trarão paz à Terra (Dn 9.27), farão maravilhas em nosso meio (Ap 13.13) e serão louvados por todo mundo (Ap 13.8). No governo do Anticristo haverá um só poder econômico (Ap 13.16-17), todos serão marcados com uma identidade (sinal) com a finalidade de demonstrar pertencimento a determinado grupo (Ap 13.16). Quem ousar se levantar contra este governo, em palavras ou ações, será destruído e o povo “do bem” fará festa com a morte de quem não compartilha de seus ideais (Ap 11.7-10). Curioso não?

 

É importante destacar que isso não se trata de teoria da conspiração ou qualquer outra coisa fantasiosa e especulativa. Não sabemos quem será o anticristo, nem o falso profeta. Não sabemos se eles já nasceram. Fato é que um dia eles aparecerão no palco da história do mundo, quem quiser enxergar, já se pode perceber que o campo está sendo preparado para a chegada triunfal (e temporária) da trindade malígna.

 

Se a profecia bíblica fosse um filme de 2023, em seus minutos iniciais certamente estaria a seguinte frase congelada na tela: “Esta é uma obra de ficção, qualquer semelhança com nomes, pessoas, fatos ou situações da vida real terá sido mera coincidência”.




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